Os livros! Existe maneira melhor de se criar mundos, histórias e dimensões do que os livros?
Dentro deles tudo é real. Damos vida a qualquer coisa que quisermos e mesmo após a história terminar, quem garante que em algum ponto dessa realidade que conhecemos tão pouco a história de nossos personagens não continuam? Existe pensamento mais fabuloso do que esse?
Primeiro veio o cinema, agora é a vez da escrita. E tenho algo especial para vocês, um excluido que, rejeitado por muitos, prova que a genialidade as vezes esta escondida, e mesmo que nunca seja descoberta pelas massas ainda vale a pena ser espalhada.
Dentro deles tudo é real. Damos vida a qualquer coisa que quisermos e mesmo após a história terminar, quem garante que em algum ponto dessa realidade que conhecemos tão pouco a história de nossos personagens não continuam? Existe pensamento mais fabuloso do que esse?
Primeiro veio o cinema, agora é a vez da escrita. E tenho algo especial para vocês, um excluido que, rejeitado por muitos, prova que a genialidade as vezes esta escondida, e mesmo que nunca seja descoberta pelas massas ainda vale a pena ser espalhada.
Palavras I começa hoje com...
FIM DO JOGO
Um jogo
Sete Jogadores
Três regras.
Sete Jogadores
Três regras.
A única maneira de vencer é perder, a única maneira de sair é
entrar.
“Um lugar fundo da
psique de Stephanie ressurgiu dos mortos. O lugar onde o horror e o ódio
colidiram com a necessidade de sobreviver. O lugar onde não existem regras.
Nada é absoluto, nem Deus, nem o demônio. Só Stephanie. O lugar onde até mesmo
grandes chances de morrer podem ser enfrentadas se significarem uma chance de
salvação.”
“Foi até onde Randy
conseguiu chegar. Não estava sozinho no túnel. O homem com a máscara estava lá.
Encarando-o. Uns 20 metros, com as mãos ao lado, o casaco comprido,
olhando através dos buracos daquela mascara.
– Você é como eu –
falou White – é por isso que vai ganhar a competição. Preciso de um cadáver.”
“O assassino estava
exigindo um cadáver como pagamento por seus pecados. Besteira fanática e
sem sentido, mas Leslie não conseguiria eliminar a sensação de que, se eles não
fizessem isso, iriam morrer.”
“– Tem algo de errado
com esta casa – falou a pequena Susan. – Você sabe disso, não?
– Errado? – perguntou
Jack.
– Ela é mal
assombrada.”
“O pecado se paga com um cadáver.”
Quando viajavam juntos, Jack
e Stephanie notaram que eram seguidos por um carro de polícia. Jack diminuiu a
velocidade, mas teve que aumenta-la assim que viu que os dois carros acabariam
colidindo. Ao conseguir encontrar um acostamento pararam, o casal ficou sem
entender o porquê de o policial passou direto sem se importar com eles.
Voltaram para a estrada e
mais a frente o mesmo policial estava parado. Disse que havia um bloqueio e que
teriam de pegar um desvio. Seguiram pela estrada indicada, e depois de algum
tempo perceberam que estavam perdidos.
O jeito era continuar até
que vissem uma placa que lhes indicasse o caminho certo. De repente algo
metálico atingiu o carro. Desceram assustados. Os quatro pneus estavam furados.
Lá atrás uma esteira fina de borracha grande o suficiente para cruzar a rua
toda, estava cheia de cravos de ferro.
Com medo de que pudesse ser
um assalto, resolveram voltar à pé, antes que anoitecesse.
Alguns quilômetros depois
encontraram uma pousada. Entraram. Parecia vazia. Porém logo encontraram um
casal: Randy e Leslie, que, para desespero de todos, haviam sofrido o mesmo
acidente de carro.
A luz faltou! E só quando
Stephanie abriu um armário, a procura de uma lamparina, a luz voltou e ela
deu de encontro com Betty, a dona da casa. Conheceram toda aquela estranha
família: Stewart e Betty e o filho Pete, com corpo de adulto e mente de
criança.
Era uma casa estranha.
E pelo jeito não
conseguiriam abandona-la tão cedo. Não que eles não tivessem tentando. No
momento em que estavam prontos para partir pela porta da frente, olharam em
direção ao portão e lá, parado, estava uma figura alta, segurando uma escopeta.
Voltaram para dentro.
Até mesmo Betty estava
amedrontada. Perguntaram quem era ele.
– O demônio em pessoa –
respondeu ela.
As portas foram trancadas
por aquele estranho ser. Um assassino em série. Outra vez tudo
escuro.
Sete pessoas dentro de uma
casa. O jogo foi iniciado, no momento em que uma velha lata de sopa foi
arremessada através da lareira, no lugar do rótulo, as regras:
“Bem vindo à minha
casa,
1ª Deus veio até
minha casa e eu o matei.
2ª Vou matar qualquer
um que entrar em minha casa, como matei Deus.
3ª Se vocês me
oferecerem um corpo, deixarei dois escaparem.
O jogo termina ao
amanhecer.”
O único aviso dos moradores
da casa: “Não desçam ao porão.”
Mas depois de tantos
acontecimentos estranhos, quem se lembraria disso?
.......
Interessante não?
Apesar das criticas negativas este livro, para mim em particular, é uma grande inspiração, e minha cidade New Perrish é uma prova disso.
Leiam e tirem suas proprias conclusões.
Leiam e tirem suas proprias conclusões.
Não consegui por aqui? envie um email para jamesliquid23@gmail.com solicitando-o que ficarem feliz em repassar.
Por hoje é só, espero que tenham aproveitado a estadia em minha cidade mais esta noite e aguentem pelo proximo livro, ele já esta a caminho.
Atenciosamente, seu amigo...
JL.



Não descer ao porão!
ResponderExcluirOK
John em Jogos mortais...
*-*
Fabuloso! Você daria um excelente jogador neste livro. Então, me acompanha até o porão?
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