quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Palavras I: Fim do Jogo



  
   Os livros! Existe maneira melhor de se criar mundos, histórias e dimensões do que os livros?
   Dentro deles tudo é real. Damos vida a qualquer coisa que quisermos e mesmo após a história terminar, quem garante que em algum ponto dessa realidade que conhecemos tão pouco a história de nossos personagens não continuam? Existe pensamento mais fabuloso do que esse?

   Primeiro veio o cinema, agora é a vez da escrita. E tenho algo especial para vocês, um excluido que, rejeitado por muitos, prova que a genialidade as vezes esta escondida, e mesmo que nunca seja descoberta pelas massas ainda vale a pena ser espalhada.


Palavras I  começa  hoje com...



FIM DO JOGO
 
 Um jogo
Sete Jogadores
Três regras.


A única maneira de vencer é perder, a única maneira de sair é entrar. 


“Um lugar fundo da psique de Stephanie ressurgiu dos mortos. O lugar onde o horror e o ódio colidiram com a necessidade de sobreviver. O lugar onde não existem regras. Nada é absoluto, nem Deus, nem o demônio. Só Stephanie. O lugar onde até mesmo grandes chances de morrer podem ser enfrentadas se significarem uma chance de salvação.”

“Foi até onde Randy conseguiu chegar. Não estava sozinho no túnel. O homem com a máscara estava lá. Encarando-o. Uns 20 metros, com as mãos ao lado, o casaco comprido, olhando através dos buracos daquela mascara.
– Você é como eu – falou White – é por isso que vai ganhar a competição. Preciso de um cadáver.”

“O assassino estava exigindo um cadáver como pagamento por seus pecados. Besteira fanática e sem sentido, mas Leslie não conseguiria eliminar a sensação de que, se eles não fizessem isso, iriam morrer.”

“– Tem algo de errado com esta casa – falou a pequena Susan. – Você sabe disso, não?
– Errado? – perguntou Jack.
– Ela é mal assombrada.”

“O pecado se paga com um cadáver.”

Quando viajavam juntos, Jack e Stephanie notaram que eram seguidos por um carro de polícia. Jack diminuiu a velocidade, mas teve que aumenta-la assim que viu que os dois carros acabariam colidindo. Ao conseguir encontrar um acostamento pararam, o casal ficou sem entender o porquê de o policial passou direto sem se importar com eles.

Voltaram para a estrada e mais a frente o mesmo policial estava parado. Disse que havia um bloqueio e que teriam de pegar um desvio. Seguiram pela estrada indicada, e depois de algum tempo perceberam que estavam perdidos.

O jeito era continuar até que vissem uma placa que lhes indicasse o caminho certo. De repente algo metálico atingiu o carro. Desceram assustados. Os quatro pneus estavam furados. Lá atrás uma esteira fina de borracha grande o suficiente para cruzar a rua toda, estava cheia de cravos de ferro.

Com medo de que pudesse ser um assalto, resolveram voltar à pé, antes que anoitecesse.
Alguns quilômetros depois encontraram uma pousada. Entraram. Parecia vazia. Porém logo encontraram um casal: Randy e Leslie, que, para desespero de todos, haviam sofrido o mesmo acidente de carro.

A luz faltou! E só quando Stephanie abriu um armário, a procura de uma lamparina, a luz voltou e ela deu de encontro com Betty, a dona da casa. Conheceram toda aquela estranha família: Stewart e Betty e o filho Pete, com corpo de adulto e mente de criança.
Era uma casa estranha.

E pelo jeito não conseguiriam abandona-la tão cedo. Não que eles não tivessem tentando. No momento em que estavam prontos para partir pela porta da frente, olharam em direção ao portão e lá, parado, estava uma figura alta, segurando uma escopeta.
Voltaram para dentro.

Até mesmo Betty estava amedrontada. Perguntaram quem era ele.
– O demônio em pessoa – respondeu ela.
As portas foram trancadas por aquele estranho ser. Um assassino em série. Outra vez tudo escuro.

Sete pessoas dentro de uma casa. O jogo foi iniciado, no momento em que uma velha lata de sopa foi arremessada através da lareira, no lugar do rótulo, as regras:

“Bem vindo à minha casa,
1ª Deus veio até minha casa e eu o matei.
2ª Vou matar qualquer um que entrar em minha casa, como matei Deus.
3ª Se vocês me oferecerem um corpo, deixarei dois escaparem.
O jogo termina ao amanhecer.”

O único aviso dos moradores da casa: “Não desçam ao porão.”

Mas depois de tantos acontecimentos estranhos, quem se lembraria disso?

.......
Interessante não?
Apesar das criticas negativas este livro, para mim em particular, é uma grande inspiração, e minha cidade New Perrish é uma prova disso.
Leiam e tirem suas proprias conclusões.

Link: https://docs.google.com/file/d/16E8fIR3DpfkeI13th7wDfpqfzvotlim0UrkWskPN4rnfc7Jw8AsU8BZMPQSz/edit

   Não consegui por aqui? envie um email para jamesliquid23@gmail.com solicitando-o que ficarem feliz em repassar.


  Por hoje é só, espero que tenham aproveitado a estadia em minha cidade mais esta noite e aguentem pelo proximo livro, ele já esta a caminho.


Atenciosamente, seu amigo...


JL.

2 comentários:

  1. Não descer ao porão!
    OK
    John em Jogos mortais...
    *-*

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    Respostas
    1. Fabuloso! Você daria um excelente jogador neste livro. Então, me acompanha até o porão?

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